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Rock e inovação esquentam a noite de domingo durante Som da Concha

Foto: Daniel Reino

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Campo Grande (MS) – O palco foi pouco para a energia que emanou do Som da Concha deste domingo (29 de maio). Da plateia, Rodrigo Faleiros, baixista e vocalista do Jennifer Magnética, conduziu boa parte do show, aproximando o público em uma apresentação totalmente intimista. Já a banda Codinome Winchester fez o público vibrar com distorções e riffs marcantes.

Marcado pelo encontro de bandas com trajetórias distintas, mas o mesmo objetivo – o de fazer o bom e clássico rock – o Som da Concha também contou com a participação especial de Hugo Carneiro, vocalista do Haiwanna, que cantou “Domingo eu Passo Aí”, que marca a trajetória de Jennifer Magnética.

Foto: Daniel Reino

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Apesar de entenderem o som que fazem como rock, os integrantes da banda preferem não definir a qual vertente sua música está “enquadrada”. Segundo Rodrigo Faleiros, Diogo Zarate e Jean Stringheta, não existe tal necessidade. Para os músicos, quem os ouve também não têm essa preocupação, curtindo o som sem se amarrar em rótulos.

A música, porém, soa bem melodiosa, algumas vezes melancólica, em quase todo o repertório. Em outros momentos, mantendo o arranjo bem feito, as canções buscam um tom mais distorcido e visceral, mas sem perder a busca constante pela poesia, presente em todas as canções.

Foto: Daniel Reino

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A abertura contou com o toque de psicodelia e de um corajoso rock progressivo da banda Codinome Winchester, formada pelos músicos Arthur Maximiliano (guitarra e theremin), Fillipe Saldanha (vocal), Guilherme Napa (bateria), Luciano Armstrong (guitarra e sintetizador), Thiago Souto (baixo).

Buscando inspiração no disparo violento do velho rock n´roll com toques do indie rock, a banda fez um show vibrante, que empolgou o público e esquentou o clima de uma noite gelada, mas intensa.

Foto: Daniel Reino

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O Som da Concha é um projeto da Secretaria de Estado de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação (Sectei) por meio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) e acontece em domingos alternados, sempre às 18 horas, na Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas, com transmissão ao vivo pela TVEMS.

Além dos shows, o Som da Concha conta com a participação da Bocaiúva, uma feira de moda alternativa, hype ou artesanal, acessórios e design produzida pelo coletivo de marcas, criadores e produtores de Mato Grosso do Sul, que movimenta a economia criativa e impulsiona a moda e o design no Estado.

Foto: Daniel Reino

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