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Folk e Rock dominam o Som da Concha no próximo domingo com Guga Borba e a banda Diovibe

  • 18 jul 2016
  • Categorias:Geral

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Dois estilos diferentes num mesmo palco promete agradar o público que comparecer nesta edição do Som  da Concha

Campo Grande (MS) – O folk e o rock irão dominar o próximo Som da Concha no domingo (24/07) às 18h com Guga Borba e a banda Diovibe. A mistura de sons deve agradar os ouvidos mais apurados e agitar o público que comparecer na Concha Acústica Helena Meirelles no Parque das Nações Indígenas. A entrada é de graça.

O projeto Som da Concha tem tido recorde de público pela pluralidade de sons que contempla e neste domingo será marcado por essa mistura de sons e de estilos como é o caso da Diovibe que irá abrir as apresentações. Formada em meados de outubro de 2015 em Corumbá/MS, a Diovibe é uma banda de rock cristão composta pelos músicos Maxwel Melo(vocal/guitarra), Petterson Souza (guitarra/back vocal),Douglas Andrade (baixo) e Jhonatan Nascimento(bateria). Agrega em seu repertório as mais variadas vertentes do rock, desde o rockabilly, hard rock até o metal moderno.

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A Diovibe tem inspiração em grandes ícones do rock cristão nacional tais como Oficina G3, Resgate e Fruto Sagrado. A banda surge a partir da ideia de tirar a música cristã das quatro paredes eclesiásticas e levar ao grande público não só uma mensagem de fé, esperança e amor como também a energia do bom e velho rock’n’roll. As letras instigam seus ouvintes a refletir em temas relevantes para a sociedade como o vício em drogas e álcool, suicídio, a razão da existência humana entre outros. Mesmo com pouco tempo de formação, a banda tem participado ativamente da cena de rock local e tem planos de gravar seu primeiro álbum em 2016.

 

Petterson Souza, guitarrista e back vocal da banda, fala da satisfação de poder participar de um evento como o Som da Concha apesar do pouco tempo da banda. “Todo início de trabalho musical por melhor que seja, sempre é difícil, exige um esforço redobrado para que se consiga um lugar ao sol, principalmente em um ritmo não tão popular quanto o rock”. E continua entusiasmado, “esperamos corresponder da melhor forma possível a expectativa do público que no próximo domingo irá nos prestigiar apresentando nosso repertório autoral e mostrando a qualidade do rock que tem sido produzido nas igrejas cristãs e na cena musical de Corumbá”,  destaca Souza.

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Guga Borba

Gustavo Renato Borba mais conhecido como Guga Borba é paranaense e mudou-se para Campo Grande no começo da década de 80 onde começou a carreira musical aos 15 anos, aqui na capital, como vocalista da banda Inverno Russo, um dos grupos mais populares da cidade e que integrou a coletânea Mato Grosso do Som. Em 1995, Guga mudou-se para São Paulo para montar a banda Belladona, com a qual gravou um CD pela gravadora Warner Music em 1997. De volta a Mato Grosso do Sul, Guga formou a banda Naip no começo de 2000. Com esta banda  dividiu palcos com Jota Quest, Capital Inicial, Ira!, Barão Vermelho, Nando Reis, Raimundos, Peter Fonda e Brascombe Richmond.

Desde o início da carreira, Guga compõe suas próprias canções, sendo que algumas delas foram gravadas nos discos das bandas Belladona e Naip, mas foi com trabalho do duo Filho dos Livres que elas tiveram reconhecimento e aprovação popular. Ao lado do parceiro Guilherme Cruz, o Filho dos Livres já gravou dois discos autorais e diversas coletâneas, lançou três vídeos clipes. Compôs ao lado de Guilherme a trilha sonora do documentário Sasha Siemel – O caçador de Onças. No cinema, a música “Cantador”, que remete a vida do cantador pantaneiro, que fez parte da trilha sonora do filme “Cabeça a prêmio” de Marco Rica. A música “Meu Carnaval” é muito executada em diversas rádios de todo Brasil.

Guga Borba também é membro do Trypé, ao lado de Guilherme Cruz, Jerry Espíndola e Paulo Simões, que juntos exploram as diferentes sonoridades e ritmos da musica pantaneira contemporânea. Já dividiu o palco com grandes artistas de MS como Carlos Colman, Almir, Rodrigo e Gabriel Sater, Família Espíndola, Guilherme Rondon, Sandro Moreno, Geraldo Roca, Orlando Brito, O Bando do Velho Jack, Projeto Gerações, Brasil canta MS, entre outros.

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Em 2011 Guga lança seu primeiro disco solo intitulado Apneia, com 10 composições inéditas do cantor, e uma releitura da canção “É Necessário” de Geraldo Espíndola, e varias referências nas melodias e poesias românticas do cotidiano, com uma sonoridade contemporânea e permeada de elementos eletrônicos.

Participou da tour Brasil Canta MS, que levou a musica do MS para Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, São Paulo e Rio de Janeiro, encerrando em Campo Grande na Concha Acústica Helena Meireles.

Participou de três edições do Kit de Difusão Cultural produzido pela Fundação de Cultura do Mato Grosso do Sul e estendendo suas composições a todos os estados brasileiros.

No final de 2012, Guga retorna aos palcos com a banda Naip, em um novo cenário musical do Centro Oeste, com novo formato e sonoridade, trazendo releituras e novas composições, reafirmando uma assinatura artística e sólida, com diversos shows na capital e no interior do estado do Mato Grosso do Sul, com as bandas; O Rappa, Nando Reis, Scalene, Far From Alaska, Tihuana, Maskavo, Armandinho e Tico Santa Cruz.

Já em 2015 Guga Borba gravou seu segundo álbum solo, o 7º Satélite, ao lado do produtor e multi instrumentista Antonio Porto, álbum que tem como concepção a música folk e timbragens diferenciadas em uma linha minimalista, os ritmos variam do ternário para o quaternário sem compromisso, mas sem negar a influência fronteiriça em algumas canções.

Com o lançamento do álbum previsto ainda para este ano, Guga iniciou a divulgação de seu novo trabalho, por meio da mídia espontânea e das redes sócias,  sendo bem aceito pelo público e pela crítica especializada.  O álbum foi disponibilizado para download no site Palco MP3 (https://www.palcomp3.com/gugaborba/ ), o maior portal da música independente do Brasil. Em dezembro foi contemplado com o Prêmio Palco MP3 – Mais acessado Folk – atingindo hoje a marca de 210.000 acessos, com 92 músicas disponíveis para download gratuito, gravadas ao longo de 25 anos de carreira.

Guga Borba diz estar honrado em participar pela primeira vez do Som da Concha com carreira solo, “é um grande prazer participar de um projeto de tamanha importância em nosso jovem MS. Já participei de outras edições com o Filho dos Livres e Naip, mas esta vai ser a primeira vez que farei o meu trabalho solo”. E já avisa aos fãs que terá em seu repertório as principais canções de sua carreira e também do novo álbum, o 7º satélite. “Estou muito ansioso e feliz com este momento, e parabenizo o Som da Concha por tornar relevante nosso trabalho autoral”,  finaliza Borba.

 

O Som da Concha temporada 2016 vai até janeiro de 2017. São shows realizados com intervalo de duas semanas entre as apresentações, sempre aos domingos, na Concha Acústica Helena Meirelles, que fica no Parque das Nações Indígenas. A entrada, como sempre, é franca.