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10ª Mostra Cinema e Direitos Humanos no Mundo é exibida no MIS/MS

  • 31 maio 2016
  • Categorias:Geral

Campo Grande (MS) – O Museu da Imagem e do Som, unidade da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), dá início amanhã (1°) às exibições da Mostra de Cinema de Direitos Humanos no Mundo. O evento acontece até o dia 3 de junho e conta com a participação e apoio da Marcha Mundial das Mulheres, Comunidade Negra São João Batista, Rede APOLO e Instituo Luther King. Todas as sessões, bem como a palestra começam às 19h com entrada franca. Acompanhe a programação:

01 de junho (quarta-feira)

14h – Tia Eva  (6 min. – Documentário) – Direção Ana Carla Pimenta e Vânia Lúcia Duarte.

Sinopse:  Retrato da Tia Eva , ex-escrava que chegou em Campo Grande em 1905 , época da formação da cidade , na visão de seus descendentes que lutam para manter viva as origens e as tradições de uma comunidade quilombola.

14h -“ Kiriku e a Feiticeira”    (1h 10min – Documentário) – Direção Michel Ocelot

Sinopse: Na África Ocidental nasce um menino minúsculo, cujo tamanho não alcança nem o joelho de um adulto, que tem um destino: enfrentar a poderosa e malvada feiticeira Karabá, que secou a fonte d’água da aldeia de Kirikou, engoliu todos os homens que foram enfrentá-la e ainda pegou todo o ouro que tinham. Para isso, Kirikou enfrenta muitos perigos e se aventura por lugares onde somente pessoas pequeninas poderiam entrar.

Participação: Comunidade Negra São João Batista

19h – “500 – Os Bebês Roubados Pela Ditadura Argentina” (100 min. –Documentário) – Dir. Alexandre Valenti.

Sinopse: Entre 1976 e 1983, a Argentina viveu sombrios anos de ditadura militar. Neste período, famílias inteiras foram despedaçadas pela repressão clandestina empreendida por um estado terrorista que ceifou a vida de cerca de 30 mil argentinos. Dentre as práticas mais aterradoras desse regime estava o sequestro sistemático de bebês e crianças, filhos de presos e desaparecidos políticos, que eram apropriados por seus algozes com espólio de guerra. A partir da iniciativa das Avós da Praça de Maio criou-se o “Banco dos 500”, com  amostras de seu próprio sangue, o que possibilitou, até agora, a descoberta de 114 das 500 crianças sequestradas. “500 – Os Bebês Roubados pela Ditadura Argentina” narra a incansável luta das Avós da Praça de Maio que tem início na Argentina em 1976 e se liga à história do Grupo Clamor, sediado no Brasil. A luta perdura até os dias de hoje.

Após o filme bate-papo com intermediação da Professora e Mestre Fernanda Reis da Marcha Mundial das Mulheres

02 de junho (quinta-feira)

14h – “O Muro é o Meio” (15min – Documentário) – Direção Eudaldo Monção Jr.

Sinopse: O documentário aborda pichações de protesto gravadas nos muros da Universidade Federal de Sergipe. São gritos de revolta pela falta de segurança no campus, estrutura e qualidade de ensino. As pichações são mostradas como formas de indignação, reivindicação e também de comunicação contra a apatia das paredes brancas que abafam os conflitos socioculturais.

Participação dos alunos do Senac

19h –  “ Do meu  Lado “ (14 min. – Documentário) – Direção Tarcísio Lara Puiati

Sinopse: As vidas de duas vizinhas, uma umbandista e uma protestante, começam a se cruzar quando uma infiltração abre um buraco na parede que divide suas casas.

Quindim de Pessach “ (14min – Documentário) – Direção Olindo Estevam.

Sinopse: O rico encontro entre a cultura judaica e brasileira através da culinária, mostrando o modo como este saber foi transmitido pelas matriarcas judias para suas brasileiríssimas cozinheiras, que aprenderam com elas não apenas as receitas dos pratos carregados de tradição, mas também todos os costumes – simbólicos,  festivos e religiosos – relacionados à comida. São histórias de vida recheadas de encontros e sabores. O documentário mostra ainda como as cozinheiras brasileiras se apropriaram, com dedicação, de uma nova cultura, acrescentando a ela os sabores de suas raízes miscigenadas, e se tornaram detentoras de um importante saber, transmitindo-o às novas gerações, que vêm descobrindo a importância de preservar suas tradições.

Participação dos alunos do Instituto Luther King

03 de junho (sexta -feira)

19h – “A Garota Dinamarquesa”  (1h59 –ficção) Direção Tom Hooper.

Sinopse: O casamento e a obra de Lili e Gerda nos envolvem na importante jornada de Lili como pioneira transgênero. Baseado no livro de David Ebershoff, “A Garota Dinamarquesa” conta a marcante e inspiradora historia de Lili Elbe e Gerda Wegener (retratada pelo ganhador do Oscar Eddie Redmayne por “A Teoria de Tudo”, Alicia Vikander de “Ex Machina” e dirigida pelo também ganhador do Oscar Tom Hooper, por “O Discurso do Rei” e “Os miseráveis”).

Após o filme acontece um bate-papo com intermediação de Diogo Gonçalves Rodrigues – Presidente da Rede APOLO. O Museu da Imagem e do Som fica na Avenida Fernando Corrêa da Costa, 559 – 3º Andar. Mais informações no telefone 3316-9178.